11 Dicas para Você Conseguir Aprovar a Sua Carta de Crédito

COMO COMPRAR SEU PRIMEIRO APÊ


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TEMPO DE LEITURA: 3 minutos

Você sabia que a cada 10 pessoas que fecham uma proposta aqui na nossa loja em Paulista, para a compra um apartamento, apenas 4 (isso mesmo, somente 40%) conseguem o crédito necessário na CAIXA?

Ou seja, não é tão simples assim conseguir crédito para comprar a sua casa.

E quais são os principais motivos para isso acontecer?

  • Alguma negativação atual;
  • Histórico negativo de relacionamento com a Caixa ou outros bancos;
  • Alto nível de comprometimento de renda na praça;
  • Renda informada não pode ser comprovada;

Logo, a consequência para algum dos problemas citados acima são duas:

  • Ou a carta de crédito foi simplesmente reprovada;
  • Ou a carta foi aprovada, mas com um valor abaixo do pretendido, o que chamamos de “Carta de Crédito Condicionada”, aumentando muito a entrada e podendo inviabilizar a compra;

É muito importante que você consiga a maior cota de financiamento para que sua entrada seja a menor possível. A melhor solução é sem dúvidas começar aquele “pé-de-meia” e se preparar para realizar o principal investimento da sua vida. Lembro bem de um dia, após o cliente ter reservado uma unidade e teve sua aprovação recusada pela Caixa, ele nos perguntou: “Ah, mas então a Caixa irá dar as orientações necessárias para que eu corrija e apresente a documentação certa, não é mesmo?” A resposta é.. não. Na tela de aprovação aparece nada além das mensagens abaixo

  • “Proponente/grupo familiar não obteve nota mínima para aprovação após análise de perfil”
  • “Proponente/grupo familiar possui pendência. Procurar agência de vinculação para detalhes.”
  • “Proponente/grupo familiar com margem financeira comprometida por compromissos financeiros na Caixa e/ou outros bancos”

Não é uma experiência das melhores quando você encontra aquele imóvel dos sonhos e depois descobre que seu crédito não vai liberado.

Com os passar dos anos a gente vem observando e acompanhando as mudanças no normativo, nas leis, no conselho curador do FGTS e chegamos a conclusão de qual o tipo de perfil normalmente é aprovado, além dos cuidados necessários para você conseguir sua carta de crédito.

Mas se ainda assim a sua carta de crédito for reprovada ou se foi liberado menos do que você precisava (também chamada de “condicionada”), não desanime.

Analise o problema com a ajuda desse post, seja disciplinado, corrija e volte a tentar de novo.

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1) FORMALIZE A SUA RENDA INFORMAL

Se parte da sua renda for informal, seja através da prestação de um serviço para alguém ou alguma empresa, elabore um contrato de prestação de serviços e registre em cartório. É importante que você movimente esse dinheiro em sua conta corrente. É preciso comprovar.

2) UTILIZE A CONTA CORRENTE

Se você faz um extra além do seu salário, deposite religiosamente esse valor na sua conta corrente. Essa conta precisa ser corrente (tipo 01), mas não pode ser conta poupança (tipo 013).

A única exceção é se você declarar imposto de renda ou comprovar esse valor através de um contrato de prestação de serviços. Se for conta fácil 023, também não serve. Então corre lá e abre essa conta hoje mesmo.

3) APRESENTE BOA RELAÇÃO EM OUTROS BANCOS

Se você tem conta corrente em outro banco, peça um cartão de crédito com um limite bom, utilize com regularidade e mantenha tudo em dia.

A CAIXA considera que se você tem um bom relacionamento em outros bancos, poderá ter com ela também.

4) REGULARIZE SUAS DÍVIDAS NA CAIXA

Se você tem alguma dívida em aberto com a CAIXA, corre lá e resolve isso logo, antes que ela venda a sua dívida e assuma que você a fez perder dinheiro.

Se você pagar a dívida, você não estará mais negativado (SPC/SERASA), mas nada obriga a CAIXA a querer emprestar para você novamente.

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5) AUMENTE SEUS LIMITES

Se você possui cartão de crédito na CAIXA, peça para seu gerente aumentar o limite no máximo para a sua renda, use com regularidade e pague sempre em dia. Isso fará com que a CAIXA perceba que você é um bom pagador.

6) MANTENHA CONTAS EM SEU NOME

Se sua renda é informal, a CAIXA entende que você pode comprovar parte da renda através de despesas em dia, mas para isso precisam estar no seu nome (água, luz, telefone, plano de saúde, despesas com educação e aluguel). O extrato de cartão de crédito é uma ótima opção também.

7) DECLARE SEU IMPOSTO DE RENDA

Você precisa ser disciplinado se quiser ter seu financiamento aprovado. Caso sua renda mensal seja acima do limite de isenção do imposto de renda, não existe outra saída para você que não seja declarar seu imposto de renda.

8) INICIAR SEU RELACIONAMENTO COM A CAIXA

Ir em uma agência da CAIXA abrir uma conta corrente com cartão de crédito e cheque especial. Se você trouxer a sua conta salário então, melhora o seu relacionamento e ajuda a reduzir a sua taxa de juros.

É começar o relacionamento com a CAIXA muito antes de pedir um financiamento. A Caixa que ser o seu principal banco e já começou a implantar o chamado MPC, a matriz de pontuação de clientes.

9) CADASTRO POSITIVO

Se você não é cliente do banco, é natural que a Caixa tenha menos informações sobre a sua vida financeira. Por isso, é normal que recorra a empresas que fornecem bancos de dados da vida financeira de qualquer pessoa.

SPC, SERASA e Boa Vista são os bancos de dados mais conhecidos. Ou seja, caso você tenha um bom histórico de pagamentos, essa informação será muito válida.

Se ainda assim a Caixa não conseguir informações suficientes, significa que as chance de você não conseguir o crédito são grandes.

A questão é que o acesso a sua vida financeira completa só é possível se você autorizar. Não é automático.

Portanto, nossa recomendação é que você faça a adesão ao cadastro positivo nos três principais bancos de dados e permita que os bancos analisem seu histórico de pagamentos para liberar mais crédito para você

10) PROPOSTA COMERCIAL VÁLIDA

Se você tem conta na Caixa, confere com o seu gerente se ele reservou um CDC – Crédito Direto Consumidor – para você. As vezes, de forma automática, é realizada uma aprovação comercial em seu nome na agência. Isso não gera gastos, mas é como se a sua renda estive com um comprometimento já pré-programado. Só verificar e pedir para zerar isso.

11) EVITE FINANCIAMENTO E EMPRÉSTIMOS

Não adquira nenhum financiamento (carro, moto, etc) ou empréstimos bancários (consignado, CDC, etc..) até o seu financiamento ser aprovado. Caso já possua, analise bem quanto falta para pagar e traga para a gente analisar qual o impacto que essas parcelas terão no seu financiamento.

Feito isso, juntamente com toda a comprovação necessária, você garante que o limite máximo de financiamento disponível para o imóvel escolhido e sua renda será concedido.

A gente recomenda fortemente que você também leia nosso post sobre os principais termos que você precisa saber antes de começar a sua jornada.

Agora que você já recebeu as melhores dicas, que tal escolher agora  o seu futuro apê?


Noivos: como poupar para ter a sonhada casa própria?

“Quem casa, quer casa”. Quem nunca ouviu esse famoso ditado? Mas entre o pedido de noivado e o primeiro dia no novo lar, há um longo caminho. Felizmente, desde que o programa Minha Casa Minha Vida foi lançado pelo Governo Federal em 2009, esse sonho é cada vez mais possível.

Os noivos são uma parcela importante de clientes de imóveis populares. Uma estimativa feita pela construtora Tenório Simões estima que 25% dos clientes que fecham negócio são noivos e escolhem suas casas ao mesmo tempo em que planejam o casamento. “Queremos mostrar que é possível conciliar a compra do apartamento com a realização da festa de casamento, com parcelas fixas a um valor que eles possam pagar”, afirma o diretor Rafael Simões.

O grande lançamento da Tenório Simões, ideal para os noivos, é o Costa dos Coqueiros, Minha Casa Minha Vida localizado em Pau Amarelo, Paulista. Entre os diferenciais, revestimento em cerâmica e varanda. Serão disponibilizadas 63 unidades. “Como o apartamento ainda está na planta, isso é ideal para os noivos, pois eles podem pagar a entrada do imóvel em parcelas, sem falar que terão um apê novinho assim que se casarem”, afirma Samuel Lopes, agente de vendas da Tenório Simões.

Quem sabe bem o que é isso é a técnica em edificações Érica Moraes, de 22 anos. Ela comprou uma das unidades do Costa Blanca, em Pau Amarelo, faltando dois anos para o casamento com o noivo Giovanne Moraes. “Adaptamos a data do casamento à entrega. Quando compramos o apartamento já queríamos casar em 2 ou 3 anos. Marcamos a cerimônia para maio e o apê foi entregue meses antes”, conta.

Ela conta que foi preciso colocar na ponta do lápis todas as despesas futuras para fazer os planos darem certo. “Sentamos juntos para fazer as contas. Pagamos absolutamente tudo, casa, reforma, decoração… O fato do apartamento ser financiado pelo Minha Casa Minha Vida pesou na escolha, pois pudemos nos planejar melhor”, completa Érica. O programa de financiamento popular permite que os noivos possam unir rendas antes mesmo do casamento, sem comprovantes de união estável, o que torna a compra ainda mais facilitada.

Está noivo e quer comprar seu apê na planta? Confira essas dicas:

  • Se organize: coloque no tudo no papel, desde a renda dos noivos organizar, colocar tudo no papel, despesas planejadas e renda.
  • Faça uma estimativa das parcelas para saber se cabe no orçamento pagar a casa e o casamento. Atenção para a taxa de evolução de obra, valor extra que é cobrado na fase de construção do imóvel.
  • Verifique se a entrega da obra se encaixa com a data que se quer casar. Para isso, pesquise se a construtora escolhida costuma entregar sempre no prazo. “Tenho amigos que se casaram e a construtora atrasou demais a obra. Eles passaram 2 anos morando de aluguel, ou seja: uma despesa a mais”, conta Érica Moraes.
  • Veja se o entorno do empreendimento tem serviços e facilidades para a nova família, como supermercados, escolas, restaurantes, praças… Transporte público também é importante.

Três dicas para formalizar sua renda de autônomo

Você tem renda informal e não sabe como financiar um imóvel?

Uma das perguntas que mais ouvimos na nossa loja diz respeito a clientes com esse tipo de renda e que desejam financiar um apartamento, mas não sabem como fazer para que a Caixa aceite seu rendimento como um legítimo comprovante de renda.

Pensando nisso montamos essas três dicas para quem deseja formalizar sua renda. Se essa é sua dúvida também, quando terminar de ler esse texto o assunto vai ficar bem mais claro para você.

Antes de qualquer coisa, vamos começar pela lista de documentação básica necessária para todos que almejam o financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal:

  • Carteira de Identidade (Proponente e cônjuge)
  • CPF (Proponente e cônjuge)
  • Certidão de estado civil
  • Comprovantes de movimentação financeira
  • Comprovante de endereço

Dica 1: Declare imposto de renda

Esse é, sem sombra de dúvida o melhor caminho se você possui um cnpj mesmo como MEI (microempreendedor individual). A declaração de imposto de renda é tida como documento formal de rendimentos, reconhecido por um órgão federal e é aceito para fins de comprovação de renda em todos os empréstimos e financiamentos que você precisar fazer.

No caso do financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal você não poderá apresentar apenas a declaração do IR, mas ela terá que vir acompanhada de um DECORE comprovando seus rendimentos mensais. O que é bastante simples de organizar com o cantador que lhe presta serviço, se sua empresa estiver regular.

Ficou na dúvida sobre o que é DECORE?

A sigla significa “Declaração de Comprovação de Rendimentos” e diz respeito a um documento comprobatório da percepção dos rendimentos de determinada pessoa física. Para simplificar, é como se fosse um contracheque para autônomos. Onde vai constar seus ganhos mensais.

Se sua microempresa ainda não tem CNPJ, não perca tempo em regularizá-la, o serviço é bem simples e pode ser feito até mesmo através da internet. Esse é o primeiro passo para conseguir comprovar sua renda através de uma declaração de IR.

OBS: A declaração de imposto de renda só é tida como comprovante de rendimento para fim habitacional se for acima do limite de isenção.

Dica 2: Contrato de prestação de serviço

Se você presta serviço de modo informal a pessoa física ou jurídica é importante formalizar essa situação através de um contrato de prestação de serviço devidamente registrado, onde deve estar descrito seus rendimentos.

Mas não é só isso…

Esse contrato também não deve ser apresentado sozinho para fins de comprovação de renda. Você deve ter notas fiscais ou recibos dos valores recebidos ou uma movimentação bancária de pelo menos seis meses nos valores descritos no contrato. Essa movimentação também só é aceita na Caixa se for em conta corrente com cheque especial.

O ideal nesse caso é também apresentar o máximo de comprovantes possíveis dos gastos em seu nome como: conta de água, luz ou telefone; faturas de cartão de crédito e etc.

Dá uma olhada nessa notícia que saiu no site da caixa sobre o assunto: http://www20.caixa.gov.br/Paginas/Noticias/Noticia/Default.aspx?newsID=4696

Dica 3: Apenas movimentação bancária

Essa dica vale apenas para quem tem parte da renda informal. Se você trabalha com carteira assinada e tem um rendimento extra que complementa seus ganhos, você pode comprovar essa renda extra apresentando a movimentação bancária dos últimos seis meses. Mas atenção, como foi dito na dica anterior, essa movimentação deve ser em conta corrente com limite de cheque especial.

Conclusão

Você não precisa desistir do sonho da casa própria só porque é autônomo. Muito pelo contrário, as portas do financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal estão abertas para você que possui esse tipo de renda.

Contudo é preciso ser devidamente orientado por profissionais com conhecimento sobre o assunto. É por isso que a Tenório Simões se disponibiliza para tirar todas as dúvidas que ainda tenham restado e te prestar a melhor ajuda possível nesse caminho rumo a compra do seu “minha casa minha vida”.

Se você quer saber mais sobre como aprovar sua carta de crédito clique aqui (http://ofertas.tenoriosimoes.com.br/guia-da-aprovacao-de-credito-no-minha-casa-minha-vida-na-caixa)  e baixe o Guia da aprovação de credito no minha casa minha vida.


Erros comuns de quem decide começar a busca pelo seu apartamento

Autor: Samuel Lopes, agente de vendas da Tenório Simões e nas horas vagas escritor. Escreveu o livro “A luz do trono”.

Quando comecei a procurar imóveis em 2013 eu não sabia, mas cometeria todos os enganos típicos de quem começa uma procura dessas. Eu e minha noiva estávamos com o casamento marcado e só faltava o mais essencial, a casa.

Até encontrar o que queríamos passamos pelas situações mais inusitadas. Hoje, trabalho do outro lado, oferecendo imóveis, e depois que comecei a trabalhar nessa área vi que esse comportamento é muito comum em quem está iniciando sua busca.

IDEALIZAÇÃO DO QUE QUER.

Quando você começar a idealizar o que deseja comprar, é bom evitar dois extremos. Oprimeiro extremo é planejar padrões que não caberão no seu orçamento.

A busca por esse tipo de imóvel irá trazer além de perda de tempo um desgaste emocional grande e um sentimento de frustração, que poderia ser evitado se você fizesse uma análise prévia de suas condições para a compra.

segundo extremo é quando o casal está pensando em comprar “qualquer coisa para morar desde passe a ser seu” Esse pensamento é ruim, porque pode te levar a comprar algo com pouca qualidade, por achar que só poderia arcar com aquele preço.

É muito comum clientes com esse tipo de ideia se frustrarem ao se depararem com empreendimentos de maior qualidade e que também caberiam perfeitamente no seu bolso. O segredo é achar um equilíbrio entre esses dois tipos de mentalidades e ter a frieza de procurar algo que realmente se encaixe no seu perfil e que tenha a qualidade necessária para atender as necessidades sua e de sua família.

“QUAL O MELHOR LOCAL”

Essa questão é, com certeza uma das que mais perturbam quem está procurando o primeiro imóvel. São duas pessoas que viveram, na maioria das vezes em localidades diferentes e que agora decidem unir-se e escolher um local para dar continuidade a vida.

Os grandes centros ou proximidades do litoral são sempre os mais procurados no que se diz respeito a localização, porém os preços não são tão atrativos assim. Pelo programa Minha Casa Minha Vida por exemplo, você só vai encontrar imóveis em regiões em desenvolvimento.

Tendo em vista essa situação é bom que o cliente que está começando a sua busca, tenha a mente aberta para diferentes locais onde poderá obter seu imóvel. Procurar sempre entender a realidade de suas condições é o caminho ideal para realização dos seus planos em sequência. Dentre as características que se deve analisar em um bom local para morar estão:

  •  Rua calçada, iluminada à noite ou alaga?
  • Os empreendimentos ao redor valorizam seu imóvel?
  • Existe algum centro comercial ao redor?
  • Já existem pessoas morando no local? O que elas dizem?
  • O acesso aos grandes centros é fácil?
  • Os paradas de transporte público ficam próximas ou são de fácil acesso?

“EU NÃO TENHO NENHUM DINHEIRO GUARDADO”

Outra dúvida frequente é se dá para comprar um imóvel sem ter antes guardado algum dinheiro. Bem, vai depender muito do seu perfil financeiro. No programa minha-casa-minha-vida, você pode utilizar seu FGTS como parte ou até para quitar toda a entrada.

É preciso entender que a CAIXA financia até 80% do valor do imóvel. Os outros 20% restantes, você vai pagar como entrada, caso o imóvel esteja na planta, você terá mais tempo para desembolsar esse valor. Dentro do programa do governo também é possível contar com um subsídio que também vai te ajudar a diminuir essa quantia.

A flexibilidade da construtora na montagem do fluxo de pagamento também vai ditar se você consegue ou não tirar o imóvel sem entrada. O ideal é sempre que você tenha algum valor guardado para manter as parcelas da construtora baixas durante o período de obra, mas como explanado anteriormente, há sim a possibilidade de comprar seu imóvel mesmo sem nenhum dinheiro guardado. Basta você trazer o seu caso para ser analisado.